A medida, que afeta diretamente o reconhecimento do esforço e da qualificação dos profissionais, foi recebida com perplexidade e revolta pela categoria.
Segundo os servidores, o adicional de escolaridade representa mais do que um valor no contracheque: é o reconhecimento do investimento pessoal em formação e capacitação. “Estudar, se qualificar, buscar um diploma… tudo isso exige tempo, esforço e dinheiro. Agora, tudo isso é tratado como se não tivesse valor algum”, desabafa uma servidora, que prefere não se identificar por medo de retaliações.
Uma onda de indignação tomou conta do funcionalismo público após o envio de um projeto de lei pelo prefeito Valmir à Câmara Municipal, propondo a retirada do adicional de escolaridade dos servidores municipais. A medida, que afeta diretamente o reconhecimento do esforço e da qualificação dos profissionais, foi recebida com perplexidade e revolta pela categoria.
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Segundo os servidores, o adicional de escolaridade representa mais do que um valor no contracheque: é o reconhecimento do investimento pessoal em formação e capacitação. “Estudar, se qualificar, buscar um diploma… tudo isso exige tempo, esforço e dinheiro. Agora, tudo isso é tratado como se não tivesse valor algum”, desabafa uma servidora, que prefere não se identificar por medo de retaliações. Após manifestação dos servidores o projeto foi retirado de pauta.
