Tive o privilégio de conviver de perto com André Barros no Sistema Atalaia de Comunicação. Ali, pude descobrir além do grande jornalista, um ser humano extraordinário. Um homem generoso, que sempre estendia a mão, que ensinava, aconselhava e, acima de tudo, acreditava nas pessoas.

André era assim comigo. Sempre me incentivou, me dava conselhos e, nos bastidores da correria do jornalismo, arrancava boas risadas com suas histórias, seu jeito leve e, ao mesmo tempo, firme de enxergar a vida. É dessas lembranças que hoje sinto mais falta.

Ele nunca foi perfeito, como nenhum de nós é. Mas era, sem dúvida, um exemplo de profissional e, acima de tudo, um pai de família dedicado, apaixonado pela esposa Christine e pelas suas cinco filhas — que eram sua maior razão de viver.

Guardo com muita dor, mas também com gratidão, uma das nossas últimas conversas. André abriu o coração e me confessou seu maior medo: partir e deixar sua família desamparada. Esse era o maior temor dele — e, sinceramente, é o medo de qualquer pai que ama incondicionalmente a sua família.

Hoje me despeço do amigo, do mestre, do irmão. E só me resta agradecer por tudo que vivi, aprendi e compartilhei ao seu lado. Que Deus conforte sua família e que a sua missão aqui na terra seja lembrada como merece: de um gigante da comunicação, um ser humano generoso e um pai exemplar. Vá em paz, meu amigo.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *